Meu Primeiro Post

11 de dezembro 


Estou escrevendo isso blog porque preciso de practicar meu português. Acho que escrevendo todos os dias, até mesmo algumas frases, e mesmo usando o tradutor, vai ajudar
á-me. 

Comecei aprender português o outubro passado (o outubro de 2023) porque achei que é um idioma muito semelhante de espanhol, que tenho tentar aprender há muitos anos. Assisti um programa chamada "3%" no Netflix o ano passado e apaixonei-me pela lingua portuguesa.




14 de dezembro

Tive que deixar o computador e ja se passarem tres dias! De qualquer maneira. Estave dizendo que estou estudando portugués porque e uma idioma beleza. Estudo no Duolingo, é claro. Me matriculei em uma escola na rede chamada Yes Portuguese. Tem um programa que leva voce de iniciante ao fluente. As professoras sao muitas simpáticas. Temos aulos de grupo um ou dois vezes da semana. Também, tenho algumas aulas particulares que eu posso reservar sempre que quiser. 



Eu também juntei ao clube de literatura. Eu ja li "A dança dos ossos" por Bernardo Guimarães, "A Noite da Taverna" por Alvares de Azavedo e "O Homem que Sabia Javanês" por Lima Barreto.  Minha história favorita até agora e "O Homem que Sabia Javanês." Escrevi uma redação sobre esta história.  Aqui está: 






Como mentir no seu currículo e se safar 

um redação por Emily Cargile 

“O homem que sabia javanês” é uma história escrita por Lima Barreto em 1911. É uma história engraçada sobre um homem chamado Castelo que mora no Brasil. Na história, ele precisa de um trabalho porque tem dívidas. Ele encontra um anúncio no jornal pelo professor de javanês e acha que é o emprego perfeito para ele porque ninguém mais vai se candidatar. Ele aprende os básicos sobre o idioma e então se candidata ao emprego. Eventualmente, ele se torna um diplomata, sem nunca aprender japonês. A história levanta questões sobre cargos nomeados e os qualificados e competência das todas as pessoas geralmente. 

O personagem principal é Castelo, um homem de Canavieiras. Castelo é basicamente um vigarista. Ele tem o formado em direito, mas também trabalha como um mago em um ponto. Castelo gosta de enganar as pessoas enquanto se diverte com novas profissões. Ele é um bom exemplo de “fingir até conseguir.” 

Nesta história, ele tem dívidas e por isso, se candidata a um emprego como professor de javanês para o Barão de Jacuecanga. Castelo aprende o suficiente javanês (o alfabeto e algumas palavras e frases) para ser contratado. Ele impressiona o barão, um velho que tem um livro antigo escrito em javanês. O pai do barão disse a ele que se ele ler e entender o livro, sua vida será feliz e sem infortúnios. Castelo começa a ensinar o barão, mas o velho é um aluno devagar. Ele abandona seus estudos, e Castelo faz uma tradução fantástica e falsa. O barão, feliz, usa suas conexões para colocar Castelo na diplomacia. Depois, mais tarde, o barão morre e deixa algum dinheiro a Castelo. 

Então, Castelo entra no mundo da diplomacia. Ele sobe nas fileiras e viaja por muitas partes do mundo, e fica um pouco famoso. (E ele nunca aprende falar javanês!)  

Esta história é graça, e Castelo é definitivamente um personagem manipulador e mentiroso, mas existem algumas mensagens subjacentes interessantes. Por um lado, eu admiro Castelo porque é um homem que vai atrás do que quer e embora a ideia dele possa ser “trabalhar de forma inteligente e não difícil,” ele de fato trabalha duro em alguns aspetos. Geralmente, ele se diverte mexendo com as pessoas em busca de uma vida mais confortável.

Também, a história zomba da burocracia. Castelo não tem as qualificações para seus vários cargos e nomeações, mas ninguém percebe! Ele escapa de tudo e fica famoso!       

Isso parece implicar que, talvez, haja burocratas que não sabem o que estão fazendo. Talvez, eles tenham sido indicados por amigos ou talvez tenham mentido sobre suas credenciais. Ou eles não merecem a posição em geral. A questão é: todos ao seu redor são estúpidos ou não se importam desde que seu próprio trabalho não seja examinado? Ou será que o seu trabalho não importa o suficiente para que possam permanecer incompetentes durante toda a sua carreira? 

Ou somos todos, de certa forma, fingidores, fingindo até conseguirmos?    


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